quinta-feira, abril 28, 2016

Continue no barco....

- O Fracasso e a derrota, suas companhias.
- O ânimo, perdido na escuridão da noite.
- O cansaço e frustração, resultado de tudo.
- A maré não estava para peixe, parecia.
- Mãos abanando, o desejo maior era volta para a casa.
- Foram pescar, sem oração… sem orientação. Contudo….
- Um homem diferente aparece na praia. Quem era? Não o reconheceram

Manifesta-se Jesus para encerrar a escuridão do desânimo e devolver a coragem.
Manifesta-se Jesus junto ao mar de desilusões, fracassos e lutas para dizer que um novo dia está chegando.
Manifesta-se Jesus para mudar a maré de perseguição, choro e decepção para trazer a alegria
Manifesta-se Jesus para mudar a direção do engano, da dúvida e da insegurança para mostrar o quanto, em tudo, se depende dele.

Jesus se manifestou junto ao mar. Tudo mudou!
- Houve provisão: peixe assado, pão e mel
- Houve produção: 153 grandes peixes
- Houve milagre: a rede não se rompeu
- Houve direção: a rede lançada do lado direito do barco
- Houve comunhão: “vinde e jantai”.

Manifesta-se Jesus hoje, agora, já, em nossa vidas. Para seu lovor e glória.

Continue no barco!

Pr. Ramos

quarta-feira, março 23, 2016

A CADA DIA A SITUAÇÃO DE DILMA ROUSSEFF PIORA

Reproduzo o oportuno artigo do jurista Jorge Beja, publicado originalmente na Tribuna da Internet


Charge do Benett, reprodução da Folha
A própria Advocacia-Geral da União e até mesmo Lula, ele próprio, contribuem para agravar a situação da presidente Dilma Rousseff. Isto porque ambos, AGU e Lula, cada um separadamente, pediram ao Supremo Tribunal Federal que transferisse para o STF a investigação da Lava Jato a cargo do Juiz Moro. Primeiro porque Lula se tornou ministro. Segundo porque Moro divulgou gravação telefônica de Dilma para Lula. O ministro Gilmar Mendes indeferiu o primeiro pedido, em alentada decisão de 52 páginas. Quanto ao segundo, o ministro Zavascki decidiu acolher. E determinou que os autos, onde está a transcrição da gravação da ligação telefônica que Dilma fez para Lula, fossem enviados ao STF.
Observem só o estrago (bendito estrago) que as postulações da AGU e de Lula vão causar ainda mais para Dilma. Quando os autos chegarem às mãos de Zavascki, o ministro vai ler e ouvir aquele diálogo de Dilma com Lula, diálogo a respeito do qual o ministro Gilmar Mendes, na decisão que retirou de Lula o cargo de Ministro Chefe da Casa Civil, assim escreveu:
“Não há aqui pedido de nomeação para o cargo, mas há uma clara indicação da crença que seria conveniente retirar a acusação da 13a. Vara Federal de Curitiba, transferindo o caso para uma “Suprema Corte Acovardada” (Gilmar aqui referiu-se àquele desabafo pornográfico de Lula quando da gravação da conversa de Lula com Rui Falcão).

FALSIDADE
E prossegue o ministro Gilmar, a respeito da gravação que chegará agora às mãos de Zavaschi:
“Uma explicação plausível para o documento objeto da conversa é que foi produzido um termo de posse, assinado de forma antecipada pela Presidente da República com a finalidade de comprovar fato não verídico — que Luiz Inácio Lula da Silva já era Ministro de Estado. O objetivo da falsidade é claro: impedir o cumprimento de ordem de prisão de juiz de primeira instância. Uma espécie de salvo conduto emitido pela Presidente da República. Ou seja, a conduta demostra não apenas os elementos subjetivos do desvio de finalidade, mas também a intenção de fraudar”.
Esse diagnóstico do ministro Gilmar Mendes deverá ser o mesmo de Zavascki e do Procurador-Geral da República, para quem o ministro Zavascki tem o dever legal de enviar os autos, imediatamente após recebê-los do Dr. Moro. A finalidade da remessa é para que o Dr. Janot, ofereça denúncia-crime contra Dilma Rousseff perante o Supremo Tribunal Federal pela prática de crime comum, cometido no exercício da presidência. É o que determina o artigo 40 do Código de Processo Penal:
“Quando, em autos ou papéis de que conhecerem, os juízes e tribunais verificarem a existência de crime de ação pública, remeterão ao Ministério Público as cópias e os documentos necessários ao oferecimento da denúncia”.

OFERECER DENÚNCIA
Não tem saída. Zavascki terá de remeter, não as cópias, mas os originais dos autos chegados de Curitiba para o Dr. Janot e este, necessariamente, oferecer denúncia-crime contra Dilma Rousseff. São deveres e obrigações que devem ser cumpridos “ex officio” (sem depender da provocação de ninguém).
Nem se diga que a prova contra Dilma foi obtida de forma ilícita, a ensejar sua desvalia para o oferecimento da denúncia. Quem tinha o sigilo telefônico quebrado por ordem do Juiz Sérgio Moro era Lula. A gravação da ligação que Dilma fez para Lula, avisando do ardil que um tal de “Bessias” seria o portador para levar até ele, foi gravação fortuita. Não compromete a legalidade da prova. Mesmo porque seu conteúdo é o que é relevante: uma trama da presidente e de um ex-presidente da República para “comprovar fato não verídico”, como escreveu o ministro Gilmar Mendes ao anular o decreto e a posse de Lula como Ministro-Chefe da Casa Civil.
E mesmo se for o caso de confrontar as provas é preciso ter em mente que sempre que o magistrado se depare com a prova de dois fatos graves, ambos ilicitos e conexos, deverá, então, avaliar qual deles é o mais gravoso, o mais danoso, o de maior repercussão da esfera jurídica, como nos deixou escrito o notabilíssimo ministro Aguiar Dias, na obra “Responsabilidade Civil”, doutrina que se aplica, com muito maior razão, ao Direito Penal.

CRIME COMUM
Tudo leva a crer que Dilma, além do processo de Impeachment que já responde perante à Camara dos Deputados, também passará a ser ré perante o Supremo Tribunal Federal. Desta vez por crime comum, como determina o artigo 102, I, letra “b” da Constituição Federal: “Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe…I – processar e julgar, originariamente…b – nas infrações penais comuns, o Presidente da República….”.
Talvez, sem querer, a AGU e Lula, ambos acionaram o STF e vão acabar trazendo mais problemas para Dilma, mais sarna para Dilma se coçar, como se dizia no Século XX. E quanto a Lula, caso não venha mesmo reassumir a Chefia da Casa Civil da presidência, Lula continuará sendo investigado pelo Juiz Sérgio Moro.
Para terminar e fora do tema deste artigo: ouve-se dizer que foi impetrado um “Super Habeas-Corpus” no STF para derrubar a decisão do ministro Gilmar Mendes, que destituiu Lula desse novo cargo. O que é que é isso? “Super” Habeas-Corpus? No Direito não existe esta qualificação.

quinta-feira, novembro 19, 2015

Não é Estado, não é Islâmico, é uma organização criminosa



Estado Islâmico leiloa meninas cristãs como escravas

Para quem ainda não entendeu, uma frase atribuída ao ex-presidente venezuelano Carlos Andréz Péres pode bem sintetizar o que é o Estado Islâmico (ISIS): “Nem uma coisa nem outra, mas muito pelo contrário”. Nestes termos, década de 1970, Péres respondeu à consulta de reportagens sobre se o regime de seu governo na economia seria capitalista ou comunista.
Assim é o Estado Islâmico: não é Estado, nem é Islâmico, pelo contrário, é uma organização criminosa e como tal deve ser tratada. Seus adeptos são delinquentes que devem ser caçados e capturados onde quer que estejam. Por isso, às ações do ISIS poderá incidir o princípio da extraterritorialidade da lei penal brasileira, pelo qual, crimes praticados no estrangeiro podem aqui ser punidos (art. 7º do CP).
Em nosso sistema penal, espacialmente, têm relevância os princípios da territorialidade, da nacionalidade, da defesa, da justiça penal universal e da representação. Por estes, punem-se quaisquer delitos praticados em território brasileiro (art. 5º), alcançando a lei penal pátria também o nacional que comete crime no exterior (art. 7º, II, b), ou delitos perpetrados contra nacionais no estrangeiro, sob certas condições (art. 7º, § 3º), e, ainda, sempre que o Brasil, por tratado ou convenção, obrigou-se à repressão, independente do lugar ou nacionalidade do agente.
ATENTADOS EM PARIS
Nos recentes atentados em Paris, com explosões perto ao Stade de France e ataques à casa de show Bataclan, em que o ISIS teria vitimado mais de uma centena de pessoas, havia dentre elas pelo menos três cidadãos brasileiros.
O Brasil é signatário da Convenção Internacional para a Supressão do Financiamento do Terrorismo (1999), Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional (2003), dentre outros importantes instrumentos de combate a esse tipo de criminalidade, lembrando, ainda, a eventuais simpatizantes internos, que o Código Penal Brasileiro pune a apologia de crime ou criminoso e a incitação ao crime nos termos dos artigos 286 e 287.
A organização criminosa ISIS não constitui Estado. Segundo a melhor doutrina, nacional e internacional, para que haja Estado, três requisitos devem coexistir: território, povo e governo. Referida organização não está estabelecida em território algum, achando-se ora aqui, ora acolá, ora em lugar algum; não é formada por povo nenhum, senão guerrilheiros, quiçá mercenários financiados para espalhar o terror, protagonistas de cenas produzidas no melhor estilo hollywoodiano; por fim, esse grupamento não tem governo, possuindo no máximo uma estrutura hierarquizada de chefia e divisão de tarefas em planos inferiores.
NÃO É ISLÂMICO
O grupo ISIS não é Islâmico, nada tendo que ver com a religião muçulmana. Basta atentar para o fato de que as maiores vítimas dessa organização criminosa estão situadas em Estados de maioria muçulmana, como é o caso de Síria, Iraque, Líbia e Líbano. O islamismo tem mais de um bilhão e meio de seguidores, e apenas néscios acreditariam que esse fabuloso contingente poderia estar apoiando alguma organização criminosa.
Vincular organicamente a violência ao Islã é fruto de ignorância, que muito tem contribuído para disseminar a islamofobia pelo mundo, inclusive aqui em nosso País. Sem relações pessoais com muçulmanos, fica ainda mais difícil ao homem comum aquilatar a situação ou contextualizar os fatos ocorridos em Paris ou em Beirute – apenas para ficar nestes últimos dias – diante das brutais incursões do ISIS.
INTERESSES ESTRATÉGICOS
Interesses estratégicos, políticos e econômicos centrados no Oriente Médio podem estar na raiz do surgimento do ISIS, bem como na difusão da falsa conexão entre essa organização criminosa e o islamismo, cujo objetivo é, sem dúvida, espalhar o ódio, a discriminação racial e religiosa. Esse repetido patrulhamento ideológico tem fortalecido grupos islamofóbicos e autorizado, consequentemente, com aplausos da opinião pública, o uso da força naquela região.
É preciso não cair nessa armadilha. O Islamismo tem como princípio central a proteção da vida, a busca da paz e da felicidade, não diferindo das diretrizes fundamentais do judaísmo, catolicismo ou outra de religião qualquer. Não se deixe iludir! ISIS, não é Estado, nem é Islâmico, é uma organização criminosa que está sujeita aos rigores da lei.
Ali Mazloum é juiz federal, professor de Direito Constitucional e mestre em Ciências Jurídico-Criminais pela Universidade Clássica de Lisboa.

segunda-feira, novembro 16, 2015

Escárnio

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Não tenho conhecimento de uma pessoa tão inapta para a função como o é a senhora que está na presidência do Brasil.

Ao mesmo tempo aceitar que seja  sómente incompetência, e, com isso, rejeitar a má índole desta governanta.

Depois do desastre, dirmá(assim mesmo) poderia ter voltado completamente  sua atenção para Mariana, mas não, em vez disso, só na quinta-feira passada, uma semana depois da tragédia, esta mulher deslocou-se para o local, confortavelmente de helicóptero para emitir pensamentos ocos por meio de palavras vazias. A unica coisa que fez para não resolver nada foi mencionar a multa que as empresas responsáveis terão de pagar pelos prejuizos, esquecendo que uma das empresas é o proprio governo.

Em 2010, no Chile, uma mina de ouro desmoronou e 33 mineiros ficaram presos no subsolo. Na época, o presidente recém-eleito, Sebastián Piñera, empenhou-se pessoalmente para resgatar os trabalhadores. Enviou seu ministro, responsável pela área de mineração, para o local da mina. Depois, ele mesmo, voou para lá afim de pessoalmente supervisionar os trabalhos de resgate. Fez mais: solicitou a NASA engenheiros que pudessem ajudar nesta missão, no que foi atentido pela agencia espacial americana. Um fato marcante nisso tudo: Estava presente quando o último mineiro foi tirado em segurança, 69 dias mais tarde.

Mas com dirmá a coisa é outa. Nos momentos que mais se esperava dela  depois do desastre, ela recebia em Brasília a princesa Akishino do Japão. Depois, tomou o avião presidencial e voou para o Rio de Janeiro para, adivinhe para que? Fazer política. Foi inaugurar conjuntos habitacionais de baixa renda e uma nova linha de metrô. 

O Brasil está sendo dirigido há mais de 12 anos por uma organizaço criminosa. Esta organização, por ser criminosa, não ama o Brasil e nem o seu povo.

O unico desejo desta organizaçãé enriquecer a custa do sofrimento do povo brasileiro e com isso se perpetuar no poder.

E muito fácil enganar a muitos usando uma máscara da imbecilidade e estupidez. Difícil é esconder que por trás deste disfarce está a verdadeira face de quem desejou no passado o caos que hoje impera no presente.

sábado, novembro 07, 2015

O que algumas igrejas evangélicas tem a ver com o budismo em crise no Japão?

  





A maior religião do Japão está crise. Aproximadamente 1,3 milhão de pessoas morreram em 2014 no Japão, um recorde pós-guerra. Em vista disso, os japonese começaram a procurar alternativas mais baratas para enterrar os mortos e, hoje, cerimônias não religiosas que dispensam rituais elaborados do budismo representam mais de um quarto dos funerais em Tóquio. 

Há séculos o budismo tem sido a religião preferida para a realização de funerais e assistência espiritual à família dos mortos. No ritual, depois da cremação, os membros da famÍlia usam pauzinhos para pegar os ossos carbonizados de seus entes queridos em uma bandeja para colocá-los, em seguida, em uma urna. Um monge murmura cânticos e dá um nome póstumo ao defunto. Essa cerimônia é uma das mais caras do mundo, com o custo em média de ¥3 milhões, aproximadamente 24,700 dolares.

Hidenori Ukai, um escritor japonês, detecta a razão desta crise em seu novo livro sobre a crise do budismo no Japão. Denuncia ele que alguns dos 77 mil templos budistas no Japão instalam bares, produzem eventos de moda e fazem funerais de animais de estimação, num esforço desesperado para atrair mais adeptos. Contudo, centenas de templos estão fechando todos os anos. Segundo o autor, em 2040, 40% dos templos terão desaparecido.


“Igrejas evangélicas budistas”

Pelo lado de cá, ou seja, o lado ocidental, a coisa está mais ou menos parecida. Não se sabe ao certo quem imitou quem.

As redes sociais e o Youtube estão cheio de vÍdeos onde mostram igrejas usando as mesmas “estrategias” que o budismo faz para atrair e enganar adeptos.

Enquanto que lá os templos ja administram bares e suas conveniências, eventos de modas e afins, pelas bandas de cá usa-se o engano da prosperidade material para atrair os sedentos por riquezas, fato tÍpico de religião sem Cristo.

Lá no oriente um funeral é carÍssimo. O apreço pelo sentimento religioso e rebaixado a zero. Mas o preço para manter as tradicoes religiosas é very expensive. Os japoneses precisam desembolsar uma grana de respeito para queimar o corpo de quem partiu.

Por aqui no ocidente a coisa e um pouco mais cheap. Mas se paga para obter a “bencao”. Vejam só, vende-se de tudo. “Água ungida”, “vassoura ungida, “toque no pé(com xulé) ungido”(isto vale uma oferta), “martelinho ungido”, “pá de pedreiro ungida”, “tela ungida”, “chapéu ungido” e tantas outras bugigangas unxidas,(assim mesmo).

Mas, um fenômeno estranho ocorre nesta relação marqueteira do ocidente com o oriente, e que nos deixa a perguntar qual seria a razão.

Enquanto que lá os templos estão desaparecendo em meio a uma indiferença crescente e que a religião não é mais uma crença disseminada entre os japoneses e com isso o budismo diminui em seus seguidores, aqui pelo pelo lado oriental as “igrejas evangélicas budistas” estão abarrotadas de pessoas. Seus templos não comportam um servico ao dia. É preciso estarem abertos durante a semana para atender a demanda. São dessas igrejas os maiores templos dentre todas as denominações.

Conclusão: Se no Japão os motivos extra-religião não despertam seguidores para o budismo, no ocidente o efeito e contrário. Os aditivos exta-bÍblia e exta-religião entusiasmam e convencem milhares de adeptos. Porquê? Seria questão de QI?

Durma-se com um barulho deste.


O que vocês acham? Comentem.


Fonte de onde se originou este artigo: The Economist

terça-feira, agosto 11, 2015

Deixando todo o peso no deserto



Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto para lá ser tentado, declara a Bíblia. Ele não precisava, mas foi. O objetivo foi ensinar que ao deserto é necessário ir.

O modo como se entra no deserto não deve ser o mesmo ao sair.

No deserto e só no deserto, deve ficar as coisa que não servem.

Se insistir na travessia  do deserto sem deixar lá o que não é útil, abre-se um precedente para um novo deserto na vida.

Se entrou em prova no deserto ou no deserto da prova, aproveite e desfaça tudo que atrapalha a caminhada.

A terra boa é logo ali. Mas a chegada pode demorar face a teimosia em levar uma bagagem pesada. Largue ela....

Desamarre o nó que incomoda e te culpa.

Destrua a ponte que pode fazê-lo voltar.

Jogue fora o que o inimigo “gratuitamente” lhe deu.

Desmanche a teia que embaraça o caminho e ofusca a visão.

Derrube o muro que trouxe isolamento e separação.

Quebre os degraus da escada que o leva a falsa glorificação.

Despedace a casca de pedra que envolve o coração.

Largue toda  a bagagem pesada e tudo o mais que não serve.

Aprenda que o Espírito de Deus está contigo na caminhada deste deserto. Contudo, Faça dele o condutor, não um carregador.


quarta-feira, maio 13, 2015

Queimou um exemplar da Bíblia, mas não a Palavra de Deus

Um vídeo está corrende as redes sociais mostrando o estudante Roberto Oliveira queimando um exemplar da Bíblia Sagrada no palco do encontro de ateus, denominado “Violação Anal”, no campus da UFAC(Universidade Federal do Acre).

Segundo se apurou, um dos organizadores do encontro, Felipe Zanon, militante do PT, disse que autorizou a queima da Bíblia em nome da liberdade artística, afirmou que repetiria o gesto em frente ao prédio da administração da UFAC caso o cancelamento dos eventos programados fosse mantido.

Como servo de Deus este fato me leva a dizer aos autores do absurdo, o seguinte:

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus. Ela continua viva e eficaz.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que é considerada como uma semente que brota nos corações incrédulos, duros e rebeldes como o teu – Lc 8.11.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que é conhecida como a espada do Espírito, pelo que tenho esperança que um dia voce a empunhará para pregar a pessoas como hoje é voce – Ef 6.17.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que é eterna – Is 40.8

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que torna feliz todo aquele que ouve e a guarda – L:c 11.28.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que é pura e escudo é para os que confiam nele -  Pv 30:5.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que alegra o coração – Pv 12.25.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus, a qual diz dela mesma: “o que a despreza perecerá, mas o que a teme será galardoado”. Pv 13:13.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que gera na criatura humana um novo homem, não de semente corruptível, mas da incorruptível, palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre - 1 Pe 1:23.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus, que diz: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” - Mt 4:4.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus a qual produz santificação no homem porque é a  palavra da verdade - Jo 17:17.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus, a qual produz fé quando o homem se presta a ouvi-la - Rm 10:17.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus, que, conhecida como palavra da cruz, é loucura para os que morrem; mas para nós crentes, que somos salvos, é o poder de Deus - 1 Co1:18.


Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus porque ela é fiel e digna de toda a aceitação - 1 Tm 4:9.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que assegura ao homem que crer no sacrifício de Jesus Cristo na cruz tem a vida eterna – 2 Tm 2.11.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus, visto que Deus, não tendo em conta os tempos da sua ignorância, anuncia agora a voce e a todos que estão contigos, neste ato absurdo, e em todo o lugar, que se arrependam - Atos 17:30.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus já que, por ela, sua vida pode ser purificada dos pecados com a lavagem da água, pela palavra - Ef 5:26.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que te exorta a  Ouví-la para que não te ocorra o que ocorreu com os habitantes de Sodoma e Gomorra - Is 1:10.

Roberto, voce queimou um exemplar da Bíblia mas não queimou a Palavra de Deus que diz a voce para guarda-la para que o Senhor te guarde da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra – Ap 3:10.


Por fim Roberto, ainda que queimes outros exemplares da Bíblia, demonstrando com isso sua total ignorancia e incredulidade, ela nao deixará de ser a palavra da verdade e muito menos a Palavra do Deus Todo-Poderoso.

Pr. Ramos

quinta-feira, fevereiro 26, 2015

10 Erros a Evitar na pregação da Palavra

“Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (2 Timóteo 4.2)

Creio que essa era a principal preocupação do apóstolo Paulo ao escrever esta segunda carta a Timóteo. De fato, o jovem Timóteo jamais deveria ser levado por outras distrações que lhe desviasse o foco da mensagem cristocêntrica. Podemos dizer que o conselho dado a Timóteo não tem sido muito bem aproveitado por muitos pregadores do século 21. Em muitas igrejas o foco da mensagem cristocêntrica tem sido substituído por outras coisas totalmente alheias e desnecessárias.

Temos visto muitas “pregações” que nos deixam estupefatos e até mesmo preocupados. Devemos esclarecer que o nosso objetivo aqui não é ensinar a pregar a palavra, mas identificar e alertar sobre alguns desvios cometidos no meio do arraial dos santos. Mencionaremos pelo menos 10 incoveniências que freqüentemente ocorrem nos púlpitos de nossas igrejas, os quais devem ser evitados:


1. Abandonar o texto

Pregar a Palavra não consiste em ler um texto bíblico e imediatamente abandoná-lo para em seguida falar da própria experiência, dos sonhos, visões e conquistas espirituais e seculares. Por mais que tenha algo de interessante, nada deve substituir a exposição da Palavra. A exposição da Palavra por sua vez não deve ser confundida com a narração de várias histórias sem vínculo algum com a passagem em pauta. Iniciar, por exemplo, com a parábola do filho pródigo e completar com a cura do cego de Jericó e concluir com a mulher samaritana sem fazer a devida contextualização e aplicação prática. Isto feito pouco se aproveita. A falta de objetivo na pregação dificulta a compreensão por parte dos ouvintes. Esse tipo de pregação tem sido muito favorável às conversações paralelas na igreja.
Fomos chamados para dizer o que Deus disse em sua Palavra. Ez 33.7


2. Usar citações indevidas

Pregar não é citar intelectuais do mundo secular, dizendo o que eles pensam ou pensavam sobre Deus, sobre o pecado e sobre quaisquer assuntos espirituais. A igreja não está interessada em saber o que um sociólogo, psicólogo, ou filósofo tal disse sobre Deus, sobre o pecado, sobre a família, etc. O que importa para a igreja é o que Deus diz em Sua palavra.
Um homem por mais intelectual que seja, se não for um homem de Deus, a sua teologia não é correta, e portanto descartável. Sempre que o apóstolo Paulo precisava fundamentar seus argumentos ele se expressava assim: “Mas o que diz a Escritura?” (Gálatas 4.30)


3. Exagerar falando das novidades do mundo secular

Igualmente, pregar não é gastar boa parte do tempo tempo falando das tecnologias do século 21, de política ou mesmo comentar conteúdo de filmes, novelas ou noticiários veiculados na internet.
Não somos contra a informação e precisamos dela, mas a igreja não se reuniu para isto. O que acontece? Jesus foi bem claro em Lucas 6.45: “O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.” A igreja se reuniu com objetivos específicos voltados à adoração. Ela jamais deve ser confundida com os atenienses, os quais nos dias de Paulo se ocupavam apenas em ouvir ou dizer as últimas novidades.


4. Testemunhar negativamente

Pregar não é falar detalhadamente sobre a nossa vida de pecado antes de receber a Cristo como Salvador, isto só gera constrangimento. Sim, testemunhos devem ser dados, mas só são proveitosos quando se tem em mente 1 Pedro 4.11: “Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém.”


5. Ter visão distorcida da glória de Deus

Igualmente pregar a Palavra não é avisar a igreja o tempo todo que vai descer a glória de Deus e nada acontece! A igreja cansa de esperar por esse momento “glorioso” o qual nunca chega. Qualquer crente instruído na Palavra de Deus sabe que a glória de Deus não se manifesta através desses expedientes. O máximo que esses “pregadores” conseguem é transmitir uma ideia errada acerca da glória de Deus, principalmente para os novos convertidos.


6. Querer atuar no lugar do Espírito

Pregar não é tratar asperamente a igreja porque ela não está dando “glória a Deus.” Qualquer pessoa sabe que quando o pregador está sob a unção do Espírito a igreja glorifica a Deus naturalmente sem pressão nenhuma. Comandos dessa natureza são indícios de que o pregador não orou, não se consagrou e negligenciou o estudo da Palavra. Ele deveria pelo menos lembrar que a igreja continua sendo a noiva de Cristo! Imagine como Cristo se sente vendo alguém brigando com a noiva dele!


7. Dar comandos exclusivistas

Pregar igualmente não é emitir comandos exclusivistas do tipo: “Só quem vai morar no céu levanta a mão ai” Se essa insinuação fosse verdadeira, alguém que sofresse de bursite não iria para o céu! Nem é necessário dizer que a nossa salvação depende destes modismos baratos para ser verdade. Graças a Deus, pela liberdade que temos em Cristo não somos obrigados a obedecer esses tipos de comando.


8. Manifestar inimizade

Pregar não é desabafar ou discordar direta ou indiretamente do pastor, dirigente da congregação, ou mesmo de qualquer membro da igreja. Esta “sabedoria” nunca servirá para a edificação da igreja. Em Tiago 3.14-16 temos uma alerta de Deus: “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa.” Púlpito nunca foi lugar para desabafo!


9. Usar lendas e mitos como ilustrações

Pregar não é se valer de mitos ou lendas para ilustrar a mensagem. Embora essas história contenham lições morais, jamais tem autoridade para ilustrar a verdade da palavra de Deus. Diga-se de passagem, Deus jamais precisou de uma ajuda extra do diabo (que é o pai da mentira) para ilustrar a Verdade de sua Palavra. Para isso Deus nos deixou todo o Antigo Testamento e as parábolas de Jesus, estas são perfeitas ilustrações para qualquer doutrina bíblica.


10. Gritar em vez de pregar

Pregar não é ordenar publicamente ao sonoplasta que aumente o volume do microfone apenas para exibir a “excelência” do timbre de voz do pregador. Na verdade gritaria nada tem nada a ver com unção. Para muitos pregadores a igreja é composta apenas de surdos e, diga-se de passagem, é também por esta causa que muitos não-crentes não põem mais os pés no prédio da igreja. Que se pregue a Palavra com veemência. A Bíblia diz que Apolo pregava com veemência, mas em Atos 18.24 a qualidade mais destacada de Apolo era esta que ele era eloquente e poderoso nas Escrituras.
Devemos apenas lembrar que a pregação deve ser cristocêntrica do começo ao fim, sem subterfúgios para citações descabidas e modismos absurdos. A exposição do evangelho de Cristo deve ser feita de forma simples e pura. Isto é o suficiente para que a igreja seja edificada e os pecadores entendam o plano de Deus para a salvação.

John MacArhur, pastor norte-americano, quando manifestou a seu pai o desejo de ser pregador, imediatamente o pai lhe deu uma Bíblia na qual escreveu: “Pregue a Palavra”. De fato, quem se propor à pregação da Palavra deve estar atento ao significado de “manejar bem a Palavra da verdade” (2 Tm 2.15)     


quinta-feira, novembro 20, 2014

Deus no banco dos réus



Por Rev. Hernandes Dias Lopes

O mundo caminha a passos largos para o secularismo ateu. Cresce o número daqueles que não acreditam em Deus e também daqueles que odeiam a Deus. A fé cristã tem sido perseguida em todo o mundo como se fosse uma ameaça à humanidade. Cristãos têm sido presos, torturados e mortos pela sua fé. Outros têm sido escarnecidos nos meios acadêmicos como se a fé cristã fosse um parentesco da ignorância e um aliado do obscurantismo intelectual. A fé cristã e os valores cristãos têm sido tripudiados nas casas de leis, nas cortes dos governantes, na imprensa, na mídia e nas ruas. Vivemos um tempo de apostasia e de resistência à verdade.
Os filhos de Coré, no seu tempo, já enfrentavam esse ataque implacável. Assim, o salmista expressa: “Esmigalham-se-me os ossos, quando os meus adversários me insultam, dizendo e dizendo: O teu Deus, onde está?” (Sl 42.10). Os filhos de Coré, quando escreveram este salmo estavam encurralados por circunstâncias medonhas e seus adversários os colocavam contra a parede, o melhor, colocavam o seu Deus no banco dos réus. A providência era carrancuda. Os inimigos eram muitos. Os perigos ameaçadores. O livramento parecia impossível. Para agravar a situação, os adversários ainda os insultavam com uma pergunta insolente e perturbadora: Onde está o seu Deus? Por que ele não age? Por que não vem em seu socorro? Esta é a pergunta que os ímpios ainda fazem, para nos acuar. Onde está Deus num mundo onde prevalece a mentira, a falsidade, a injustiça, a violência, a opressão, a maldade, a promiscuidade e a falência dos valores morais? Se Deus existe, por que ele não se manifesta? Se ele é Todo-poderoso por que não prevalece contra essa torrente de maldade que assola a humanidade? Se ele é amor, por que permite que os justos sofram? Se Deus é real, por que não põe um fim nessa confusão mundial?
O Salmista responde a essas afrontas, afirmando sua confiança em Deus, apesar das circunstâncias adversas. Reconhece que Deus é soberano e não pode ser domesticado pelo homem. Sabe que Deus age não conforme a pressão dos homens, mas conforme a seu propósito e conselho eterno. Longe de se enfraquecer com o escárnio dos adversários, o salmista reafirma seu apego a Deus, quando diz: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Sl 42.1,2). Longe de perder sua confiança em Deus, o salmista reafirma que Deus é seu auxílio. Num solilóquio profundo, ele diz: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu (Sl 42.5). Longe de se afastar de Deus, chocado com as mazelas do mundo e com as acusações sofridas, reafirma sua confiança na infinita misericórdia de Deus. Assim ele escreve: “Contudo, o Senhor, durante o dia, me concede a sua misericórdia” (Sl 42.8). Longe de ceder aos ataques dos adversários e admitir que Deus perdeu o poder, reafirma, confiantemente, que Deus é a sua rocha. Diz o salmista: “Digo a Deus, minha rocha: Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?” (Sl 42.9). Longe de capitular-se à amargura contra Deus, reafirmou que Deus é o motivo do seu louvor: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Sl 42.11). O salmista está consciente de que o mal nem sempre é julgado na hora que é cometido. Os ímpios que escapam dos tribunais da terra terão que comparecer perante o tribunal de Deus, onde serão julgados retamente. Quanto aos justos, ainda que sofram agora, desfrutarão de bem-aventurança eterna. A verdade incontestável é: não é Deus quem está no banco dos réus; o homem é que terá que prestar contas da sua vida a Deus, o Juiz de vivos e de mortos.

Fonte: Blog do Autor